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PMRO monta local de atendimentos em saúde aos privados de liberdade sobre a custódia desta Instituição

Publicado em: 21/07/2021 - 4:47

A Polícia Militar de Rondônia (PMRO) em atenção aos reeducandos custodiados, em Porto Velho, montou uma estrutura local de assistência em saúde dentro da Unidade Prisional.
A estrutura é em uma sala de enfermaria e possui uma equipe formada por profissionais de saúde da Polícia Penal (PP) e da PMRO que atuam em favor dos reeducandos. Na estrutura estão sendo ofertados serviços multidisciplinares em diversas áreas de atenção à saúde: medicina geral e especializada, enfermagem e serviço social.
O Coordenador de Saúde, Cel PM Dent Agnus  Aécio falou que este serviço foi implantado para atender as necessidades latentes dos reeducandos que se acentuaram durante a pandemia “Iniciamos o serviço de assistência a saúde medica e social e em breve estaremos implantando serviços de fisioterapia e a psicologia para este público também”, disse.
A parceria iniciou no mês de março deste ano, quando a enfermeira Helena Nobre (cedida à PP) ficou responsável por manter a atualização dos prontuários, aferir as necessidades dos reeducandos, dispensar medicação, realizar coletas e exames rápidos e manter todos os demais profissionais atualizados sobre as necessidades dos pacientes.
O comandante-geral da PMRO, coronel PM Alexandre Luís de Freitas Almeida, falou sobre a importância da integração do trabalho da Coordenadoria de Saúde. “Este trabalho só é possível devido o empenho multidisciplinar da Coordenadoria de Saúde da PMRO e a Gerência de Saúde da Polícia Penal, Direção do Complexo de Correição Penal Militar e Ajudância Geral, além do apoio do Juizado de Execuções Penais, que colaboraram para melhorias na prestação de serviços preventivos e assistênciais no local”, explicou o comandante-geral.
O serviço implantado está mudando o conceito em fazer saúde para os reeducandos, que antes, só tinham acesso a serviços de emergência. A Diretora de Saúde, Capitã PM Dent Engel Maydionaha, explicou “antes desta enfermaria, havia muitas demandas judiciais relativas à saúde dos internos, os reeducandos se comportavam de maneira mais instável e sentiam-se inseguros e desassistidos, e muitos problemas agravavam-se pela impossibilidade  de tratamento precoce e preventivo”, finalizou.

 

 

Fonte: PM-RO

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